Baywatch – Crítica

Baywatch

Hollywood adora reviver clássicos e dessa vez sobrou para a querida série dos anos oitenta protagonizadas por David Hasselholf e Pamela Anderson, Baywatch.  Agora o filme de 2017 é dirigido por Seth Rogan (Horrible Bosses) e estrelado estrategicamente por ninguém menos que o mais badalado astro The Rock (Dwayne Jonhson).

O próprio filme desde o começo mostra a galhofa que Baywatch foi e sempre será, essa ambientação é que permite tirar o peso dos ombros dos personagens e dos próprios protagonistas Mitch (The Rock) e Brody (Zack Efron), deixando eles fazerem ô que eles sabem fazer de melhor, interpretar eles mesmos e o humor.  É importante ressaltar que se não fosse pela presença e carisma dos atores poderia se dizer que o filme nunca sairia do papel ou seria no mínimo mais um filme qualquer.

As relações entre Mitch e Brody são as mais bem trabalhadas e tem um timing cômico que funciona muito bem durante o decorrer do filme, não se pode dizer a mesma coisa do resto dos personagens como Summer (Alexandra Daddario) ou Stephanie (Ilfenesh Hadera) e Davi (Hannibal Buress) os quais são mal trabalhadas e completamente deixada de lado no filme.

O filme é cheio de arquétipos clássicos e clichês mas que são bem executados e muitas vezes são a faísca durante a trama para criar o clima cômico, outro fator que é muito bem aproveitado é a utilização das referências do próprio mundo do Baywatch mas também como a vida dos atores.

Baywatch cumpre sua tarefa de maneira satisfatória, sendo principalmente um bom filme de sessão da tarde e também abrindo portas para novas sequências focando em suas diretizes principais, humor, histórias clichês e claro explosões ao estilo Michael Bay e por fim um elenco que faça o espectador suspirar a cada corrida na praia.

NOTA: 6.9

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