Horizon: Zero Dawn – Crítica

Horizon: Zero Dawn - Crítica

Atual geração de consoles já possui mais de 4 anos e poucos jogos memoráveis foram lançados desde de lá, ambas Sony, Microsoft e Nintendo ano após ano fizeram apresentações memoráveis em eventos como a E3 porém sempre deixando faltar o próximo The Last of Us da geração. Em 2017 a Sony junto a Guerrilha Games(Killzone) lançou seu novo action rpg Horizon: Zero Dawn um exclusivo PS4 que com certeza vai deixar sua marca na geração atual, afinal caçar rôbos de forma alguma pode ser chato.

É difícil não mencionar a beleza do jogo partindo desde os primeiros momentos é possível ver como bem trabalhado é o mundo de Horizon, sendo importante comentar a participação do estúdio brasileiro Kokku em diversas partes do jogo. Desde os animais até os robôs os quais vemos durante o jogo todo. A Guerrila já é conhecida pela franquia Killzone por saber construir mundos interessantes, mas é em Horizon que ela acerta em cheio, construindo um mundo em que as side-quests se conectam tão naturalmente com a história principal que é fácil de se confundir e continuar extendendo o jogo por várias horas.

A jogabilidade é um dos pontos altos também mostrando desde o começo o favorecimento do uso do sealth, mas não se engane pensando que o jogo irá te punir por chegar atirando um milhão de flechas em um robô gigante, caçar robôs com um arco e flecha é extremamente divertido. Um dos pontos negativos da jornada foi a pouca liberdade de executar parkour como na franquia Assassins Creed, em diversos pontos subir uma montanha é fadigante.

A história do jogo é com certeza um dos pontos mais fortes para um jogador explorador já que a história é se desenrola durante as missões mas muitas vezes também por arquivos espalhados pelo mundo. A personagem principal Aloy é carismática conseguindo facilmente entrar para o hall das mulheres no mundo dos games. Por outro lado jogadores que procuram um novo Far Cry podem ficar decepcionados com a aventura. Em Horizon também é mostrado momentos em que é necessário fazer escolhas, porém essas não são sentidas tão bem quanto outros jogos como Fallout e são no mínimo desnecessárias.

Definitivamente Horizon: Zero Dawn é o fôlego muito mais que bem-vindo que a Sony precisava para deixar o PS4 um passo a frente dos seus concorrentes até o lançamento de God of War, The Last Of Us 2 e Final Fantasy VII. Uma sequência é possível e o jogo deixa claro que existe essa possibilidade. Por fim Horizon é mais um dos jogos "must-have" para qualquer usuário hardcore e interessado em um aventura épica.

Nota: 4.6/5

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